Parque das Sete Cidades

No Parque Nacional das Sete Cidades existem monumentos geológicos e um patrimonio arqueológico, em meio à fauna e à flora da área de transição entre o cerrado e a caatinga.

O Parque Nacional das Sete Cidades fica a 190 quilômetros de Teresina, no município de Piripiri. O parque tem 6.200 hectares e é famoso pelos monumentos geológicos, chamados de Sete Cidades de Pedra.

A entrada é pelo Portal dos Desejos. “Quando a pessoa passa aqui pela primeira vez, diz a lenda que pode fazer até três pedidos. Só não pode é pedir para ficar bonito, casar ou enricar. Ambição e vaidade, diz a lenda que não é permitido, não é válido fazer”, Patrícia Sousa, guia de turismo.

Cada cidade do Parque Nacional das Sete Cidades tem a sua história. Na piscina dos milagres há uma nascente que nunca deixou de jorrar, o arco do triunfo é parecido com o francês e na Gruta do Catirina morou um curandeiro da região.

São os paredões rochosos que dão asas à imaginação dos visitantes e deu vida às pedras. Tem a pedra da tartaruga, o elefante, a cabeça de Dom Pedro II, o mapa do Brasil e os três reis magos. “Os monumentos geológicos são naturais. Eles estão em estado avançado de degradação. De uma degradação provocada pela água, vento, quando há milhões de anos atrás, essa região foi fundo de mar”, revela Conceição Lage, arqueóloga.

O acesso ao Parque Nacional das Sete Cidades, com direito ao guia, custa em média R$ 50. Caminhando pelas trilhas é possível encontrar sítios arqueológicos. Já foram descobertos setenta. Eles preservam pinturas rupestres datadas de seis mil anos.

Bem perto do Parque Nacional das Sete Cidades há pousadas que facilitam a estadia do turista. A diária do casal custa R$ 180.

Para conhecer todo esse patrimônio biológico são 17 quilômetros a pé. A caminhada dura quase um dia inteiro, mas no final é possível refrescar o calor tomando um banho na cachoeira do riachão.

A cachoeira tem vinte metros de altura. O equivalente a um prédio de seis andares.