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Chapada Diamantina na BahiaO cenário da Chapada Diamantina, mundialmente famosa por sua rica biodiversidade, é formado por paisagens de relevo montanhoso, quedas livres, lagos subterrâneos, além de um grande número de nascentes, corredeiras, canyons e cavernas que a tornam um excelente local para a prática do turismo de aventura e do turismo ecológico.

Sua principal atração é o Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Localizados na região central da Bahia, os municípios de Lençóis, Palmeiras, Iraquara, Andaraí, Mucugê, Rio de Contas e Morro do Chapéu são compreendidos nesses circuitos têm a sua história relacionada a momentos importantes da vida nacional, como a exploração do garimpo nos séculos XVII, XVIII e XIX.

A região do Parque Nacional da Chapada Diamantina, no coração da Bahia, desenvolveu-se com a mineração de ouro e diamantes nos séculos XVIII e XIX.

Veja o mapa Chapada Diamantina

Esgotadas as jazidas, o principal meio de sobrevivência da população passou a ser a agropecuária.

Numerosas histórias são contadas sobre a época em que poderosos coronéis possuidores de muitas terras e comandantes de “exércitos” de jagunços, faziam suas próprias leis e tinham poder de vida e morte sobre as pessoas.

Vídeo sobre a Chapada Diamantina – Dicas de Viagem e Turismo

Chapada Diamantina Pontos Turísticos

Chapada Diamantina Pontos Turísticos

O parque de 152 mil hectares, área de preservação ambiental administrada pelo IBAMA, abrange Lençóis, Palmeiras, Andaraí, Mucugê, Itaeté. Iraquara, Seabra e Ibicoara, cidades que conservam seus antigos casarões e igrejas dos tempos da mineração.

Chapada Diamantina

Chapada Diamantina

O tombamento em 1973 e a criação do parque em 1985, além de proteger os ecossistemas da Serra do Sincorá e evitar a deterioração dos sítios de interesse histórico e cultural, incentivaram o turismo na região.

Até duas décadas atrás, só mochileiros iam à Chapada. A recente melhora da infra-estrutura turística, a abertura de hotéis de bom padrão e a construção de um aeroporto facilitaram a atuação de empresas de turismo receptivo. Hoje, brasileiros e estrangeiros visitam as cavernas, cachoeiras, rios, vales e montanhas.

Muitos procuram a região para praticar esportes como trekking, mountain bike, canoagem e rappel. Os sítios que foram quilombos atraem turístas interessados em conhecer pratos típicos e festas populares.

Artistas plásticos, esotéricos e pessoas que buscam “contatos imediatos” com extraterrestres também visitam o local.

Como as jazidas se esgotaram há muito tempo, você não encontrará pepitas de ouro ou diamantes. O tesouro à sua espera é a própria Chapada.

Veja o mapa Chapada Diamantina

Mapa das Trilhas e Pontos Turísticos da Chapada Diamantina

Mapa e Acesso a Chapada Diamantina

Mapa de Acesso a Chapada Diamantina

Turismo na Chapada Diamantina

Os números na Chapada Diamantina são grandiosos: mais de 200 cachoeiras, 200 grutas, 1.500 quilômetros de trilhas e um parque nacional de 152 mil hectares.

O destino fica no coração da Bahia, a 420 km de Salvador e longe das praias que renderam fama ao mais sedutor dos Estados brasileiros. Mas exibe um emaranhado de belezas sem precedentes.

É possível explorar tudo de diversas formas: de carro, de bike, ou a pé, fincando base em uma das suas 24 cidadezinhas ou dormindo cada noite em um local diferente, acampando ou se hospedando em hotéis confortáveis com uma boa cama king size.

Tudo depende do tipo de turista que você é – ou que está disposto a ser.

Para quem vai pela primeira vez, o ideal é reservar ao menos uma semana – com menos tempo corre-se o risco de voltar para casa frustrado com a quantidade de atrações que ficaram de fora.

A verdade é que há atividades e belezas naturais suficientes para estadas muito mais longas. Uma vez lá, o melhor é alugar um carro para rodar à vontade e conhecer os principais pontos turísticos da região. Outra opção é contratar um pacote de Volta ao Parque, que inclui o transporte e as atrações mais populares da Chapada.

Onde se hospedar na Chapada Diamantina

Lençóis

A base mais óbvia é Lençóis, que tem boa oferta de hotéis e restaurantes e um aeroporto com voos de e para Salvador.

Lençóis tem boa infraestrutura, com pousadas e restaurantes

Lençóis tem boa infraestrutura, com pousadas e restaurantes

Com ares coloniais, a cidade é charmosa e animada à noite, principalmente nos meses de férias. Mas há outras opções interessantes.

Vale do Capão

O Vale do Capão concentra a turma hippie.

Mucugê

Mucugê é tranquila e tem um bonito casario, além de um inusitado cemitério bizantino. Guiné é ideal para quem pretende encarar o árduo trekking no Vale do Pati.

Igatu

E Igatu é por si só uma atração. O mais pitoresco dos vilarejos da Chapada é uma herança dos tempos áureos do garimpo de diamante na região, que teve seu ápice entre 1844 e 1871.

O povoado chegou a ter 9 mil habitantes, cinema e loja de produtos importados. Hoje tem 500 moradores e atmosfera bucólica, mas a história continua presente na arquitetura e no estilo de vida de seus moradores.

Tombadas pelo Iphan, as ruínas das casas de pedra que pertenciam aos garimpeiros ficam em uma das extremidades do distrito e, misturadas à vegetação, compõem um cenário que lembra as cidades de pedra europeias.

As diversas trilhas e atrações naturais da Chapada Diamantina garantem a presença dos ecoturistas, da turma hippie e até de moradores de grandes cidades em busca de reconexão com a natureza. Termos como trekking, trilhas e aventura, no entanto, podem afastar quem gosta de conforto, não curte longas caminhadas e evita a todo custo qualquer tipo de perrengue nas férias.

A boa notícia é que alguns dos melhores atrativos da região exigem pouco ou nenhum esforço físico – e são acessíveis até para os mais sedentários. Dividimos as principais atrações do destino por nível de esforço físico.

Escolha o seu e vá preparado para voltar diferente.

Como chegar na Chapada Diamantina

Aéreo

A Azul voa a Lençóis às quintas e domingos, saindo de Salvador.

Onibus

De onibus, a partir da capital baiana, são cerca de 7h com a Rápido Federal (R$ 88,16 o trecho). Considere alugar carro para ter mais mobilidade entre as atrações.

Quando ir

Dá para ir à Chapada o ano todo.

No verão, chove mais e as cachoeiras estão cheias.

O inverno tem noites bem frias – pense bem na mala, especialmente se for acampar em alguma trilha. De fevereiro a outubro, há luz no Poço Azul.

Bahia.ws é o maior guia de turismo e viagem da Bahia, Salvador e Nordeste do Brasil

Guia de Turismo e Viagem da Chapada Diamantina na Bahia

 
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