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Igreja SENHOR DO BONFIM SalvadorA religiosidade é uma forte característica do soteropolitano.

Uma constatação que pode ser exemplificada pelas 160 igrejas espalhadas pela cidade, verdadeiros monumentos dos séculos 17 e 18 que ilustram, concretamente, o poder do catolicismo a época.

Alem dos templos religiosos, a cultura afro do candomblé também marca presença em toda Salvador – das barracas de acarajé com suas baianas vestidas de branco em honra a Oxalá aos mais de 500 terreiros espalhados por toda a cidade.

Entre as mais impressionantes construções religiosas da Bahia, a Igreja de São Francisco se destaca. O interior é quase totalmente revestido de ouro – mais de 100 quilos do precioso metal foram utilizados na decoração.

Quando a luz entra pelas portas da igreja, o reflexo brilhante e um espetáculo a parte. Isso ocorre, geralmente, próximo das 17h, quando as portas são abertas para que os fieis participem da missa.

A Igreja do Senhor do Bonfim também figura entre as mais famosas, principalmente pela tradicional lavagem das escadarias.

A cerimônia, realizada sempre na segunda quinta-feira apôs o Dia de Reis, reúne baianas em trajes típicos e centenas de potes de barro com água-de-cheiro. Mas, alem do rito da lavagem, o interior da igreja impressiona com as pinturas no teto, feitas em 1820 pelo espanhol Francisco Velasco.

Uma constatação que pode ser exemplificada pelas 160 igrejas espalhadas pela cidade, verdadeiros monumentos dos séculos 17 e 18 que ilustram, concretamente, o poder do catolicismo a época. Alem dos templos religiosos, a cultura afro do candomblé também marca presença em toda Salvador – das barracas de acarajé com suas baianas vestidas de branco em honra a Oxalá aos mais de 500 terreiros espalhados por toda a cidade.

Entre as mais impressionantes construções religiosas da Bahia, a Igreja de São Francisco se destaca. O interior é quase totalmente revestido de ouro – mais de 100 quilos do precioso metal foram utilizados na decoração.

Quando a luz entra pelas portas da igreja, o reflexo brilhante e um espetáculo a parte. Isso ocorre, geralmente, próximo das 17h, quando as portas são abertas para que os fieis participem da missa.

A Igreja do Senhor do Bonfim também figura entre as mais famosas, principalmente pela tradicional lavagem das escadarias.

A cerimônia, realizada sempre na segunda quinta-feira apôs o Dia de Reis, reúne baianas em trajes típicos e centenas de potes de barro com água-de-cheiro. Mas, alem do rito da lavagem, o interior da igreja impressiona com as pinturas no teto, feitas em 1820 pelo espanhol Francisco Velasco.

Catedral Basílica

Catedral BasílicaPraça 15 de Novembro, s/n, Terreiro de Jesus, Tel.: (71) 3311-4573

Construída no século 17, recebe os visitantes com as representações de Santo Inácio de Loyola, São Francisco Xavier e São Francisco de Borja.

A mãe de todas as igrejas baianas tem sinos importados de Portugal e, em seu interior, retábulos ornamentados de diferentes períodos. Aberta ao público de segunda a sábado, das 8h30 as 11h30 e das 13h30 as 17h; domingos, apenas para missas, as 9h e 18h.

Convento de Santa Teresa

Convento de Santa TeresaRua do Sodré, 276, Centro, Tel.: (71) 3243-6310

Um dos atrativos desse monastério é o Museu de Arte Sacra, um dos principais do Nordeste, com exposição permanente de objetos religiosos do período colonial.

Conjunto de meados do século XVII é considerado um dos mais importantes monumentos da arquitetura religiosa do período colonial brasileiro.

Possui belos jardins, com visão panorâmica para a Baía de Todos os Santos, que fazem deste local um dos mais aprazíveis da Salvador histórica;prédio abriga o Museu de Arte Sacra, mantido pela Universidade Federal da Bahia, com cerca de 1.400 peças no acervo – entre imagens de madeira e terracota, esculturas, pinturas, painéis de azulejo, prataria e mobiliário – datadas do século XVI a XIX.

Igreja dos Aflitos

Igreja dos AflitosRua dos Aflitos, Tel.: (71) 3329-4804

A Igreja dos Aflitos foi erguida com o dinheiro de esmolas e doações do português Antônio Soares, que fundou o templo, no século XVIII, sobre uma encosta da falha geológica, onde, no século XX, surgiu a Av. do Contorno.

Dela se vê o mar e as casas da Gamboa. De tão bonito, o lugar é um dos poucos mirantes da Baía de Todos-os-Santos ainda existentes em Salvador.

A vizinhança do templo também merece atenção, sobretudo o casario com arquitetura típica do século 19. Visitas de segunda a sexta, das 8h as 12h e das 14h30 as 18h.

Igreja do Bonfim

Igreja do BonfimPraça Senhor do Bonfim, s/n, Bonfim, Tel.: (71) 3316-2196

O mais famoso templo religioso da Bahia não é considerado o maior e nem o mais belo. Entretanto, carrega, em seus 237 anos, o peso da historia e da cultura baianas. Internamente, um dos espaços mais visitados e a Sala dos Milagres e o Museu dos Ex-votos.

Aberta de terça a domingo, das 6h30 as 18h; sextas, as 5h30 as 11h30 e das 13h30 as 18h; domingos, das 5h30 as 18h; segundas, das 9h as 18h (apenas a nave principal). Missas as segundas, as 17h; terças e sábados, as 7h, 8h, 17h; quartas e quintas, 7h, 8h, 9h e 17h; sextas, 6h, 7h, 8h, 9h30, 11h e 17h; domingos, 6h, 7h30, 9h, 10h30, 15h e 17h.

Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia

Igreja Nossa Senhora da Conceição da PraiaRua Conceicao da Praia, s/n, Comercio, Tel.: (71) 3242-0545

Ampla, naturalmente iluminada e de frente para o mar, a igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia foi pré-fabricada no Alentejo, em Portugal. As pedras de lioz foram numeradas na terrinha e  trazidas para a colônia, onde foram montadas em 1765.

O maior tesouro está no teto da nave, que traz uma pintura ilusionista feita em 1772 pelo mestre José Joaquim da Rocha, fundador da Escola Baiana de Pintura e um dos maiores nomes do barroco brasileiro.

A fachada neoclássica diferencia-se das demais igrejas coloniais da Bahia, com torres dispostas na diagonal. Abre as segundas, das 7h as 12h e das 14h as 17h; terça a sexta, entre 7h e 17h; sábados e domingos, das 7h as 12h.

Igreja Nossa Senhora de Mont Serrat

Igreja Nossa Senhora de Mont SerratRua Santa Rita Durão, Ponta do Humaitá.

O primitivo santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat foi fundado por volta de 1580. O conjunto arquitetônico data da segunda metade do século 17, com projeto do arquiteto italiano Baccio de Filicaya.

A igrejinha foi construída pelo governador-geral do Brasil Francisco de Souza, na mesma época em que edificou o forte de São Felipe. Francisco de Souza doou o templo ao Mosteiro de São Bento.

No início do século 20, ela foi reformada e o altar-mor recebeu ornamentos da Igreja de São Bento. Abriga uma imagem de São Pedro Arrependido, de autoria de Frei Agostinho da Piedade.

Igreja Nossa Senhora de Mont Serrat - antiga

A Igreja de Monte Serrat em ilustração publicada, em 1866, no livro Brazil and The Brazilians, de J.C. Fletcher e D.P. Kidder.

Construída entre os séculos 16 e 17 junto ao Porte de Mont Serrat, a igreja encontra-se sobre uma rocha que se projeta para o mar, dando a impressão de estar integrada ao cenário.

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos PretosLargo do Pelourinho, s/n , Tel.: (71) 3241-5781

Edifício que integra o patrimônio arquitetônico do Pelourinho, a igreja, com fachada estilo rococó, foi construída especialmente para acolher os fieis que imigraram da costa africana.

Erguida entre 1704 e 1796, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos começou a ser construída em 1704. Finalizada em 1796, foi levantada por escravos e tingiu de azul o coração do Centro Histórico. Herança dos tempos anteriores à abolição, os fundos da igreja possui um cemitério de escravos.

A fachada, com frontão de rococó, reúne obras bem trabalhadas e belíssimas torres. Em seu interior destacam-se os painéis de azulejos, altares neoclássicos e três imagens do século 18: Nossa Senhora do Rosário, São Antônio de Cartagerona e São Benedito. O painel do teto é de José Joaquim da Rocha.

As missas possuem uma característica atípica de sincretismo religioso, onde o candomblé e o catolicismo ficam lado a lado. Às terças-feiras, às 18h, e aos domingos, às 10h, as missas são rezadas com o som dos atabaques de rituais africanos

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