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OFF CLUB SALVADORCheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças de visitar Salvador: sexo é um assunto tão corriqueiro para o soteropolitano que é bastante natural se confundir a respeito da sexualidade de alguns e quase impossível não acabar se apaixonando, mesmo que de maneira leve, pela ginga baiana. Ou por algum morador da cidade…

É por essas e outras que os baianos e as baianas insistem – e conseguem – provar aos demais brasileiros (e também ao resto do mundo) como é mais saudável, além de mais gostosa, a convivência entre diferentes sexos, raças e credos. Miscigenação e pluralidade que são a essência da famosa “baianidade”.

E o melhor lugar para entender como se dá o sensual e mestiço sincretismo de Salvador é onde tudo começou: a área central, desde sempre dividida entre a Cidade Baixa, no nível do mar, e a Cidade Alta, implantada no alto dos morros que contornam a orla.

Programe a expedição para um dia de semana (quando o movimento de pessoas é maior) e procure não ostentar objetos de valor (há um certo risco sempre presente, tanto de dia quanto à noite, de algum inconveniente e prevenir é sempre a melhor alternativa).

De preferência, opte por começar o passeio pelo Mercado Modelo.

O centro de compras reúne muitos dos cheiros e das cores que marcam a cultura baiana.

Pontos de prostituição em Salvador

pontos de prostituição

Também estão lá os ingredientes de pratos típicos como o vatapá, o caruru e o acarajé. O bolinho, aliás, é preparado pelas típicas baianas em esquinas de toda a cidade.

Atrás do Mercado Modelo está o Elevador Lacerda, que liga a parte baixa do centro de Salvador à Cidade Alta.

O ascensor proporciona uma estonteante vista panorâmica do contorno da Baía de Todos os Santos e da dramática luminosidade do céu da cidade.

Ao chegar ao topo, siga direto pela Rua Chile até a Praça da Sé.

E sorria: você chegou ao badalado Pelourinho, conjunto de igrejas e casas dos séculos 16, 17 e 18 que compõem o mais charmoso circuito de lojas, pousadas e restaurantes da cidade. Caminhe pelas vielas, visite as principais igrejas e entre nas lojinhas de artesanato.

Só não se deixe enganar por propostas inusitadas, muitas vezes de cunho sexual, dos vendedores ambulantes da famigerada fitinha do Senhor do Bonfim e outras lembrancinhas.

Pode acreditar: ofertas estranhas e suspeitas podem ser tão comuns em Salvador como a música axé, o candomblé ou a capoeira.

Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil.

A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas o comportamento liberal do povo baiano continua envolvendo os forasteiros, que levam para casa muitas das lições aprendidas.

Além de seduzir os viajantes, a cidade sabe como poucas misturar história e cultura singulares com dezenas de quilômetros de praias democráticas.

Viajantes gays e lésbicas têm um componente a mais na singular experiência de visitar Salvador: sexo é um assunto tão corriqueiro para o soteropolitano que é bastante natural se confundir a respeito da sexualidade de alguns e quase impossível não acabar se apaixonando, mesmo que de maneira leve, pela ginga baiana. Ou por algum morador da cidade…

É por essas e outras que os baianos e as baianas insistem – e conseguem – provar aos demais brasileiros (e também ao resto do mundo) como é mais saudável, além de mais gostosa, a convivência entre diferentes sexos, raças e credos. Miscigenação e pluralidade que são a essência da famosa “baianidade”.

E o melhor lugar para entender como se dá o sensual e mestiço sincretismo de Salvador é onde tudo começou: a área central, desde sempre dividida entre a Cidade Baixa, no nível do mar, e a Cidade Alta, implantada no alto dos morros que contornam a orla.

Programe a expedição para um dia de semana (quando o movimento de pessoas é maior) e procure não ostentar objetos de valor (há um certo risco sempre presente, tanto de dia quanto à noite, de algum inconveniente. E prevenir é sempre a melhor alternativa).

De preferência, opte por começar o passeio pelo Mercado Modelo.

O centro de compras reúne muitos dos cheiros e das cores que marcam a cultura baiana. O coentro e o cominho são onipresentes, mas a infinidade de farinhas, como a de mandioca, impressiona.

Também estão lá os ingredientes de pratos típicos como o vatapá, o caruru e o acarajé. O bolinho, aliás, é preparado pelas típicas baianas em esquinas de toda a cidade.

Atrás do Mercado Modelo está o Elevador Lacerda, que liga a parte baixa do centro de Salvador à Cidade Alta.

O ascensor proporciona uma estonteante vista panorâmica do contorno da Baía de Todos os Santos e da dramática luminosidade do céu da cidade. Ao chegar ao topo, siga direto pela Rua Chile até a Praça da Sé.

E sorria: você chegou ao badalado Pelourinho, conjunto de igrejas e casas dos séculos 16, 17 e 18 que compõem o mais charmoso circuito de lojas, pousadas e restaurantes da cidade. Caminhe pelas vielas, visite as principais igrejas e entre nas lojinhas de artesanato.

Só não se deixe enganar por propostas inusitadas, muitas vezes de cunho sexual, dos vendedores ambulantes da famigerada fitinha do Senhor do Bonfim e outras lembrancinhas. Pode acreditar: ofertas estranhas e suspeitas podem ser tão comuns em Salvador como a música axé, o candomblé ou a capoeira.

Existem pontos de Salvador aonde a prostituição ainda é uma característica marcante:

A Orla de Patamares é um destes locais, sobretudo o trecho próximo à entrada da Avenida Pinto de Aguiar, em um muro próximo ao campo de futebol do bairro e uma região em frente a um antigo salão de beleza, que já funcionou como bar.

O Comércio, a Ladeira da Montanha e sua paralela, a Ladeira da Conceição, são locais históricos de prostituição favorecidos pela proximidade com a zona portuária da cidade. As duas entraram em um processo de degradação associado ao desgaste físico de seus casarões (na maioria abandonados) e ao tráfico de drogas, sobretudo a frequência de usuários de crack.

Outros pontos de prostituição são a Praça da Sé, a Barroquinha e, de forma mais dissipada, outros trechos da Orla.

Nestes casos, os personagens são, principalmente, mulheres de classe baixa.

Pesquisa do Projeto Força Feminina, instituição social soteropolitana que tem por missão favorecer a promoção integral das mulheres em situação de prostituição, aponta que 40,6% das mulheres são negras, 55,2% sustentam a casa e mais de 60% delas entraram na prostituição com menos de 20 anos.

Joana Santos* tem 42 anos e até o ano passado fazia programas na Ladeira da Montanha.

Hoje em dia não trabalha mais com programas e faz alguns “bicos” como manicure. Joana trabalhou durante 23 anos em uma casa de prostituição e revelou que, há algum tempo, o lugar era mais organizado e seletivo.

Não eram aceitas mulheres com envolvimento com drogas e era preciso entregar carteira de saúde. “A gente tinha que usar salto alto, andar sempre arrumada e ficar dentro dos estabelecimentos.

Os homens que frequentavam tinham um melhor poder aquisitivo”, acrescenta.

Na prostituição de rua, é frequente a briga pelo ponto.

As garotas ou travestis já têm seus pontos específicos de trabalho: estes são locais onde se encontra determinado grupo de garotas. As vezes, apenas uma pessoa é considerada “dona” do ponto ou da esquina.

Funciona como uma vitrine para quem passa: neste caso o corpo é o produto.

Não é permitido outra pessoa tomar o lugar de alguém que já tem seu ponto, esta é uma regra entre as próprias prostitutas. Quando isto ocorre, as brigas chegam a tomar grandes proporções.

As novas donas das ruas

Outro grupo que têm se destacado nos últimos anos, por estarem nas ruas em situação de prostituição, são as travestis.

Segundo Albergaria, com a revolução de 1970, há uma inversão de papéis e, como consequências disso, as travestis passaram a ser mais aceitas, quando se fala no mercado do sexo.

“Já existiam travestis desde o século XIX, mas houve uma ‘virada’, com ícones como Roberta Close e Leo Kret”, explica o antropólogo, sobre a popularização de travestis na cidade. Cerca de 90% das travestis de Salvador se prostituem.

Segundo Millena Passos, Presidente de Associação de Travestis de Salvador, na cidade cerca de 150 travestis vendem seus corpos nas ruas. Estas têm pontos específicos bastante conhecidos e específicos.

Os principais são na Pituba – ao longo da Manuel Dias, nas ruas transversais e paralelas, como a Minas Gerais, a Amazonas e a Maranhão; nas proximidades dos motéis de Itapuã; em Patamares, sobretudo na Avenida Pinto de Aguiar; na Cidade Baixa, no Largo de Roma; e no Centro, ao longo da Avenida Carlos Gomes. “A maioria está na rua porque não tem alternativa de trabalho.

As poucas opções são ser cabeleireira, esteticista ou cursar enfermagem”, argumenta Millena.

Prostituição masculina

Os garotos de programa de Salvador normalmente atendem pessoas de todos os sexos, sobretudo outros homens e principalmente homossexuais.

Em menor proporção, quando comparados com as mulheres, também é possível encontrá-los nas ruas. “Durante o dia, no Porto da Barra. Durante a noite, é necessário ir ao Beco dos artistas ou à Avenida Carlos Gomes para encontrar um garoto de programa”, afirmou o professor Maurício Tavares, que é articulista do Trabalho Com Sexo.

O grande forte da prostituição masculina, porém, vem sendo as saunas gays e, é claro, o espaço virtual.

Baianidade gay nagô

Se do lado da Baía de Todos os Santos a cidade esbanja história e cultura, do lado do oceano ela se espraia por dezenas de quilômetros de praias que agradam a todos que vivem ou estão de passagem pela cidade.

O divisor literal das águas soteropolitanas é o bairro da Barra, com o Farol que delimita o fim da área central da cidade e da baía.

É ali que está a simpática praia do Porto da Barra, disputada por gays, lésbicas, bi, trans, modernos e hippies durante as tardes de sábado e em todos os dias de verão.

A ferveção descolada acontece, aliás, desde os anos 60, quando Gil e Caetano, Gal e Bethânia davam pinta por lá.

Mas as dezenas de quilômetros de praias de mar aberto da capital baiana reservam muitas outras surpresas, tanto em suas águas mornas e limpas quanto na areia batida, ideais para a prática dos esportes, do lazer e da paquera.

A Barraca do Gaúcho Tchê Biruta é um dos points mais modernos da orla e fica do outro lado da cidade, no extremo norte da orla, precisamente na praia de Stella Maris. Sua elevada concentração de gente bonita justifica a visita, apesar da distância.

A Praia dos Artistas, por sua vez, é o caldeirão assumidamente gay do litoral soteropolitano.

Poucos metros defronte ao Esporte Clube Bahia, há um bolsão de estacionamento de onde se avistam as bandeiras do arco-íris esvoaçando entre a avenida e a praia. Sábado e domingo são os dias mais movimentados nos quiosques GLS da praia.

O fervo, porém, também acontece durante a semana, sobretudo no período entre o Ano Novo e o Carnaval.

A barraca pioneira da região é a Aruba, centro do basfond praiano com shows de drags e muita “caçação” depois do pôr-do-sol.

A barraca República reúne um povo que mantém a compostura durante o dia, mas ferve ao som de música eletrônica a partir do final da tarde.

E a cabana Bahamas é o lugar de quem procura um pouco mais de sossego e um cardápio com opções variadas. Comida e bebida, aliás, não faltam por toda orla soteropolitana.

Além da cerveja gelada e do queijo coalho tostado –  iguaria que cruzou fronteiras e conquistou o Centro-Sul –  nas barracas encontram-se pratos típicos nordestinos como os caldinhos, os escondidinhos e as muitas espécies de crustáceos do litoral da região.

Portanto, não se preocupe em levar mantimentos e, tampouco, guarda-sóis para a praia – no nordeste, quem garante o conforto são os quiosques, cujos funcionários oferecem mesas e cadeiras aos clientes, além de abrigo para o sol inclemente.

CENA DOCE BÁRBARA

Um dos points mais fervidos da noite é o Beco da Off, nome dado à Rua Dias D’Ávila porque é no imóvel de número 33 da travessa que está a Off Club, boate que há cinco anos domina a cena eletrônica soteropolitana.

A via de apenas um quarteirão concentra bares e creperias que funcionam a partir das 20h como chill in do clube cujas portas abrem às 23h30 das sextas-feiras e dos sábados.

Homens e mulheres ficam nas mesinhas da calçada e aproveitam para apreciar a vista para o mar, já que a viela começa no trecho oceânico da praia da Barra.

O vento marítimo é constante e serve de refresco para o calor da multidão, especialmente no Carnaval, quando o movimento acontece 24 horas.

Já entre as opções soteropolitanas, para quem prefere começar a noite em um bar mais confortável, uma boa dica é o Marquês (Rua Marquês de Caravelas, 148), também na Barra.

É ali que o povo mais moderno e arrumado, mas não menos descontraído, se reúne antes da balada.

Outras ruas que têm tradição na noite gay de Salvador são o Beco dos Artistas e a Carlos Gomes, ambas nas proximidades da Praça Dois de Julho, no Campo Grande.

Mas fique atento, com grande parte dos habitués composta por um público GLS jovem, o movimento nos bares de ambos os logradouros costuma começar cedo e terminar cedo também, antes da meia-noite.

O Beco dos Artistas, particularmente, faz parte da história da noite de Salvador. Seus bares eram o ponto de encontro do povo da contracultura, doces bárbaros ou novos baianos, que circulavam pelo Teatro Castro Alves (ali do lado) nos idos das décadas de 60 e 70.

O espírito libertário talvez não esteja mais lá, mas o charme de seus bares ainda justifica uma visita.

E na Carlos Gomes, o fervo continua madrugada adentro no clube Caverna, na altura do número 616. Todo decorado com carpetes e espelhos, o lugar é um clássico soteropolitano quando o assunto é show de transformistas.

Outra tradição soteropolitana é a Tropical News, no simbólico número 24 da Rua Nilton Prado, 24 (Gamboa de Cima), boate com mais de 30 anos que dedica sua programação ao ecletismo musical e às performances de drags e travestis.

Boates Gays e lésbicas (GLS)

Gloss Club Lounge Bar
Rua Afonso Celso, 60 – Salvador-BA
Barra – (71) 0264-2621

OFF Club
Rua Dias D´Avila, 33 – Salvador-BA
Barra – (71) 3267-6215

Inaugurada em 1999, no coração da Barra, a boate Off Club traz um conceito diversificado e moderno para a cena GLS de Salvador. A casa é referência na cidade, com festas temáticas e convidados de renome da cena eletrônica nacional.

Com programação calcada nas vertentes da música eletrônica, como eletro, house e tribal, a casa dispõe de dois ambientes para o agito noturno, o lounge e a pista, onde o público gay se anima com performances de go-go boys.

Além disso, a boate oferece dois bares, dois banheiros unissex, iluminação especial e design arrojado e sofisticado.

Apresentação de bons DJs em um espaço que reúne três pistas de dança, lobby e mezanino. Shows de drags e Gogodancers. O último domingo do mês é dedicado às meninas.

No cardápio, elaborado pelo chef Murilo Brocchini, o destaque fica para o frango ao molho barbecue e o camarão empanado com tapioca. Para acompanhar, a casa oferece cervejas nacionais e importadas e diversos drinques, como caipirinhas e mojito.

Queens Clube
Rua Teodoro Sampaio, 160 – Salvador-BA
Barris – (71) 3328-6220

Boate, bar, sex shopping, quarto escuro, pista de dança, gogoboys, banheiros, cabines individuais com vídeo erótico, quartos com glory holese e televisão.

Scandalo Club
Rua Afonso Celso, 60 – Salvador-BA
Barra – (71) 3264-7866

Clube fervido com shows de drags e som do DJ Chiquinho.
Boate com pista com iluminação diferenciada e um lounge com sofás no andar superior.

Tropical Club
Rua Nilton Prado, 24 – Salvador-BA
Gamboa de Cima – (71) 3336-4949

O Tropical ocupa o espaço da antiga YES e reúne público GLS com mais de 30 anos. Tem shows de drags e transformistas.

Bares Gays e lésbicas (GLS)

Âncora do Marujo
Rua Senador Costa Pinto, 80 – Salvador-BA
Carlos Gomes

É um dos bares GLS mais populares e movimentados de Salvador. Nos finais de semana conta com shows de transformistas.

Atlântico Café
Rua Leovigildo Filgueiras S/N – Salvador-BA
Beco dos Artistas – Garcia – (71) 3331-8255

Abre diariamente, a partir das 19h. Música ao vivo é o forte do bar.

Bahia Café
Mirante dos Aflitos – Salvador-BA
Garcia – (71) 3328-1332

Freqüência seleta. Música ao vivo e pista com DJ.

Baladas Club
Rua das Algarobas, 150/1101 – Salvador-BA
Pituba – (71) 9981-9491

Abre de terça a domingo, a partir das 17h.

Banana Brasil
Rua Leovigildo Filgueira, s/n – Salvador-BA
Beco dos Artistas – Garcia

Reduto de artistas, bom para paquerar.

Bar Marquês
Rua Marquês de Caravelas, 148 – Salvador-BA
Barra – (71) 3264-271

Um bar elegante, descontraído e moderno com boa música eletrônica, serviço de qualidade e drinks.

Barraco do Tom
Av. Sete de Setembro, 517 –  Salvador-BA
Porto da Barra – (71) 3264-1014

Café Del Mar
Rua Miguel Burnier, 25 – Salvador-BA
Barra

Sem mais detalhes sobre o local…

Café Odeon
Rua João de Deus, 01 – 1º andar – Salvador-BA
Pelourinho – (71) 0321-5725

Sem mais detalhes sobre o local…

Camarim
Av. Cerqueira Lima, 10 – Salvador-BA
Beco dos Artistas – Garcia – (71) 3328-6358

O bar tem decoração “hollywoodiana”, as paredes são bastante coloridas, exibem pôsteres de filmes famosos e fotos de artistas consagrados como Greta Garbo e James Dean.

Casa 8 Bar e Galeria
Rua Fonte do Boi, 8 –  Salvador-BA
Rio Vermelho

Sem mais detalhes sobre o local…

Espaço Quixabeira
Travessa dos Barris, 30 – Salvador-BA
Barris – (71) 0328-3286

Sem mais detalhes sobre o local…

Farol Tropical
Rua Dias D’Ávila, 23 – Salvador-BA
Barra

Chill-in para a Off Club.

Miscelânea Chic
Rua Ilhéus, 241 A – Salvador-BA
Rio Vermelho – (71) 0334-5571

Sem mais detalhes sobre o local…

Personas Bar
Beco dos Artistas, 15 – Salvador-BA
Garcia

Sem mais detalhes sobre o local…

Tchê Mate Bistro Bar
Rua Miguel Burnier, 25 – Salvador-BA
Rio Vermelho – (71) 3235-1597

Sem mais detalhes sobre o local…

Touché Creperia
Rua Belo Horizonte, 114 – Salvador-BA
Jardim Brasil – (71) 3331-4466

Tradicional creperia de Salvador, possui ótima decoração e agradável som ambiente.
Funciona das 17hrs até 01h, e serve deliciosos crepes deliciosos na faixa de R$15,00.

Mama Bahia
Rua das Portas do Carmo, 21 – Salvador-BA
Pelourinho – (Centro Histórico) – (71) 3322-4397

Instalado num dos casarões restaurados do Pelourinho, este misto de bar, restaurante e casa noturna destaca petiscos e pratos simples, mas é conhecido pela agitação na pista de dança, predominantemente GLS.

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