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História da Costa do DescobrimentoA história da Costa do Descobrimento pode começar a ser contada a partir de 22 de abril de 1500, quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral avistou uma elevação de formas arredondadas – o Monte Pascoal, que fica ao sul do município.

Em busca de um lugar seguro para atracar, as treze embarcações navegaram ao longo da costa em direção no norte e acabaram fundeando, um pouco antes do anoitecer do dia 24 de abril, numa enseada larga e de águas profundas que, mais tarde, seria chamada de Baía Cabrália, na atual cidade de Santa Cruz Cabrália.

Quando partiu, no dia 2 de maio, Cabral deixou ali dois degredados com a missão de aprender a língua e os costumes dos índios tupiniquins, além de dois grumetes que desertaram para se aventurar pelas exuberantes matas tropicais.

Veja o mapa Costa do Descobrimento

Era o início da ocupação das novas terras pelos homens brancos.

A história da Costa do Descobrimento pode começar a ser contada a partir de 22 de abril de 1500, quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral avistou uma elevação de formas arredondadas – o Monte Pascoal, que fica ao sul do município.

Em busca de um lugar seguro para atracar, as treze embarcações navegaram ao longo da costa em direção no norte e acabaram fundeando, um pouco antes do anoitecer do dia 24 de abril, numa enseada larga e de águas profundas que, mais tarde, seria chamada de Baía Cabrália, na atual cidade de Santa Cruz Cabrália.

Veja o mapa das praias de Porto Seguro

Quando partiu, no dia 2 de maio, Cabral deixou ali dois degredados com a missão de aprender a língua e os costumes dos índios tupiniquins, além de dois grumetes que desertaram para se aventurar pelas exuberantes matas tropicais. Era o início da ocupação das novas terras pelos homens brancos.

Em 1532, quando o litoral brasileiro já era constantemente saqueado por corsários em busca do pau-brasil e circulavam notícias da descoberta de metais preciosos na América espanhola, Portugal decide promover a ocupação do território através do sistema de capitanias hereditárias.

A Capitania de Porto Seguro, cujos domínios se estendiam da margem direita do rio Jequitinhonha à margem esquerda do rio Doce, foi concedida a Pero Campos de Tourinho, nobre português de Viana do Castelo.

Em 1534, depois de vender tudo quanto possuía, transfere-se para o Brasil, em duas caravelas e duas naus, trazendo mulher, os filhos Fernão e André, parentes e colonos – 600 pessoas ao todo.

No mesmo ano, ordena a fundação da vila de Nossa Senhora da Pena, onde hoje está a cidade alta de Porto Seguro, e a transferência da Aldeia de Santa Cruz para uma elevação próxima à foz do rio João de Tiba, mais ao norte, no atual município de Santa Cruz Cabrália.

Com a criação da capitania, a economia diversifica-se. A vila torna-se uma base a partir da qual se organizavam expedições para o interior do país em busca de pedras e metais preciosos. Além disso, engenhos de açúcar se instalam na região.

No entanto, o povoado continuaria a ser atacado pelos aimoré. Esta situação instável era comum à maioria das capitanias. Os colonos portugueses acabavam mortos, suas casas destruídas e lavouras incendiadas.

O fracasso das capitanias levou Portugal a instalar, em 1549, um governo geral em Salvador. Além de tropas e navios preparados para defender a costa, o primeiro governador-geral, Tomé de Souza, trouxe consigo os jesuítas para a catequese do gentio.

Esta ordem religiosa foi fundamental para promover a colonização. Os jesuítas chegaram à região de Porto Seguro no mesmo ano da instalação do governo geral.

Além das residências como a do Salvador, situada na própria Vila de Nossa Senhora da Pena, fundaram também aldeias jesuíticas em outros pontos da capitania para onde atraíam os índios dispostos a serem catequizados em troca da proteção contra a escravidão. Era o caso das aldeias de São João dos Índios, atual Trancoso, e de Ajuda.

A capitania de Porto Seguro permaneceu praticamente sem nenhum desenvolvimento até meados do século XVIII. Em 1760, o Marquês de Pombal inaugura uma nova política para a colônia portuguesa, expulsando os jesuítas e incorporando a capitania à Coroa. Esta medida melhora um pouco a situação de pobreza que vigorava naquelas bandas. No século XIX, a vila sobrevivia da pesca e da construção de embarcações, além do corte de madeira e da agricultura.

Em 1954, tem início a construção da estrada Rio-Bahia, a BR-101. Por um lado, a rodovia trouxe algum desenvolvimento à região.

Por outro, criou as condições para a devastação de boa parte das matas que ainda existiam ali. Com a conclusão da BR-101, em 1972, Porto Seguro começaria um novo período da sua história ao se transformar num dos mais procurados destinos turísticos brasileiros.

Além dos monumentos, igrejas e casario, também a belíssima paisagem que viu passar a esquadra de Cabral evoca a história. Em 1976, todo município foi tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.

História da Costa do Descobrimento

 
 

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